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sexta-feira, 29 de março de 2013

WORKSHOP "DO OUTRO LADO DO MEDO", Sábado, 27 de Abril das 10h00 às 18h30, com Paula Froes

CICLO DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL

"UM NOVO SER, UM NOVO MUNDO" 
Abril e Maio 2013

 


"A sua visão torna-se mais clara apenas quando olhar para o seu coração ... 
                             Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, desperta".

                                                                                Carl Gustav Jung, Psiquiatra Suíço


O Instituto Gratidão em Parceria com Centro Tinkuy (Gracias a la Vida Associação) apresentam um Ciclo de Workshops de Desenvolvimento Pessoal


Uma viagem ao nosso interior que nos leva a um nível mais elevado de consciência através de processos tranquilos e técnicas simples para detectarmos e desfazermos bloqueios emocionais e conquistarmos uma maior liberdade e plenitude. 

  • o lado do Medo. A crise, as catástrofes, a doença, a vida, como lido com elas?"
Sábado, 27 de Abril 2013, das 10h00 às 18h30, com intervalo para almoço

Osho diz: "De que é feito o medo?
 O medo é feito do desconhecimento do nosso próprio ser.”
 Muitas vezes sofremos porque é o que sabemos fazer,
 isto é difícil de ouvir,
 no entanto também temos que estar dispostos a olhar
 para lá do que a vida e o mundo nos apresentam!
 Quem posso ser em relação a todas as agruras?
 Qual a mensagem que elas me trazem?
 Se transpuser o medo o que encontro do outro lado?



ENTREVISTA COM A FACILITADORA, PAULA FROES

1) Porquê um workshop que aborde o medo? De que forma é que os nossos receios podem condicionar a nossa vida?

O medo trouxe-nos onde nos encontramos hoje, não só como individuais mas como sociedade. Existem dois tipos de medo: por exemplo aquele que nos faz desatar a correr quando vimos um camião vir em alta velocidade na nossa direcção, este é um medo a que podemos chamar de natural, de auto- protecção. O outro, embora inicialmente ligado ao instinto de sobrevivência, tem-se adaptado nos nossos tempos - em que para muitos de nós não se põe a situação de luta diária pela sobrevivência básica, visto que vivemos em sociedades ditas avançadas - à defesa psicológica. 

Temos medo da morte que vemos aproximar-se a cada momento porque temos medo da vida. Queremos controlar os acontecimentos para nos sentirmos seguros e acabamos por nos esquecer de viver. Na realidade vivemos dentro das nossas cabeças à volta de pensamentos que nos vão infernizando quando todos nós já tivemos a experiência que quando algo acontece nem temos tempo de ter medo.


Hoje em dia vivemos momentos de grande mudança a nível global que aumentam os nossos medos. Temos medo de ficar sem trabalho, de catástrofes, de doenças, de ficar sozinhos, da velhice desprotegida entre outros. Temos consciência de que temos que mudar e isso amedronta-nos mais ainda, pois obriga-nos a sair das nossas zonas de conforto. No entanto é ao sair dessas mesmas zonas que vamos conseguir olhar o leão nos olhos.

A maior parte de nós nunca vive a vida, acomodamos-nos a situações indesejáveis sejam elas na área profissional ou pessoal porque nos habituamos a um nível medíocre de vida. Deixamos os sonhos na prateleira e dizemos que não se pode fazer nada pois a vida é assim mesmo. No entanto esta espécie de aceitação não o é. Se o fosse estaríamos felizes e satisfeitos. Mas não o estamos, pois não?


Disse atrás que o medo nos trouxe onde estamos, mas o amor faz o mesmo. É ele que nos dá o saber que somos muito mais do que isto, que nos acompanha nas desilusões e dores que experimentamos, que nos diz que está tudo bem e que nada disto é real. A abertura de consciência que o mundo começa a demonstrar, esta sede de mudança, o pro-pormo-nos a parar e observarmos a nós mesmos, são entre outros obras do amor.

É fácil ver que estamos condicionados pelo medo do desconhecido. É possível dar o passo em frente se nos dermos ao trabalho de darmos o passo atrás e observarmos o que se passa sem julgamentos nem tendências a vitimizarmo-nos.






2) Qual a importância de desenvolvermos ferramentas para saber lidar com adversidades? O que podemos ganhar para o nosso desenvolvimento pessoal com este workshop?
Só quando tomamos consciência dos nossos próprios padrões é que nos damos a oportunidade de os dissolver. Muitos de nós lutamos internamente contra o que não nos agrada e assim não conseguimos mais do que dar-lhe força. Também não temos consciência de que somos controlados pelo nosso subconsciente e pomos as culpas na sorte ou falta dela, nos outros, na sociedade, no governo.... Não nos questionamos nem temos noção de quão importante é fazê-lo.


Quando paramos e nos damos a oportunidade de nos olharmos e “aprendemos” a lidar com os nossos assuntos, a reconhecer os jogos que as nossas mentes fazem, abrimos as portas do nosso verdadeiro Ser e intrinsecamente as portas de um mundo novo. Não há nada mais importante para cada um de nós fazer do que isto. Temos que partir cá de dentro sequeremos mudança.


A vida vai-nos servindo o que mais necessitamos para nos fazer acordar e não temos controle sobre isso, mas podemos escolher como lidamos com cada um dos eventos. Também é certo que, seguindo o princípio que acabei de citar, que “uma vez a liç ão aprendida deixa de haver necessidade de a continuarmos a viver”.



3) De que forma é que se vai desenrolar este Workshop? Qual é o seu programa de actividades e qual a mais valia em frequentar esta actividade?

Este workshop vai guiar e dar oportunidade aos participantes de se observarem e perceberem o que está por detrás das suas atitudes, medos, crenças,padrões e de os libertar. Consecutivamente as pessoas passam a ter consciência do que se está passar com elas próprias e a usarem as ferramentas que lhes serão dadas.



A tomada de consciência muda o âmbito das perspectivas e dá-nos a liberdade de deixarmos de sofrer por antecipação e igualmente a desdramatizarmos as situações. Passamos a acolher o que se passa com outros olhos e a descodificar a mensagem que nos é trazida. Isto aplica-se naquilo a que chamamos de bom e mau. Na realidade não existe nada nem bom nem mau, as coisas simplesmente são, mas dito isto também é verdade que quando observamos como nos sentimos e o que o universo nos serve, sabemos automaticamente se nos estamos a guiar por condicionamentos ou se já abrimos mão do que não nos serve.


Esta é uma grande oportunidade para quem atravessa momentos difíceis na sua vida, sejam eles de natureza psicológica, física ou social, no entanto é igualmente um trampolim para todos os que apesar de não estarem a travessar um período particularmente duro sintam que lhes falta algo.

Serão usados diferentes métodos que sem agressividade e num ambiente sereno nos ajudam a encontrar connosco mesmos. Esses métodos passam por Programação Neuro Linguística, O Grande Observador- Quântico, Inteligência Emocional entre outros. O workshop será muito prático e cada um dos participantes terá a chance de abordar as suas questões num ambiente não invasivo e agradável.

O Centro Tinkuy agradece esta entrevista à facilitadora Paula Froes.


Dinâmica:
Aos sábados, das 10h00 às 13h30 e das 15h00 às 18h30, com intervalo para almoço.

Nestes workshops utilizaremos diversas técnicas e ferramentas: Inteligência Emocional, O Grande Observador – Quântico, Ponto Zero, Programação Neuro-Linguística, The Work- Byron Katie, Reconhecer- Aceitar- Libertar. Visualização de filmes, caminhadas à praia ou à serra, meditação, conversar em torno de uma fogueira, dançar, escrever, pintar...

I
nformações e Inscrições:
Instituto Gratidão:
Tlm: 96 260 7740
paulafroes@instituto-gratidao.net
info@instituto-gratidao.net


Centro Tinkuy:
centrotinkuy@gmail.com
tlf: 219292506 (das 9h às 17h)


Valor de Troca :  35 estrelas por cada dia de workshop (inclui material e dois coffee-brakes ao longo do dia).  Não inclui almoço. 

Para almoço no Centro, por favor contactar:
telefones 967 941 468 e 21 92 92 506
ou por e-mail centrotinkuy@gmail.com


Inscrições Válidas após pagamento de 50% do valor do Workshop.
Se tiver dificuldades financeiras fale connosco.

Para se realizar este ciclo de workshops serão necessários um número mínimo de 7 inscritos.




Facilitadora: Paula Froes do Instituto Gratidão



Acerca de Paula:

O sentido de que há outras maneiras de olhar a vida e de que as coisas não têm que ser como são, tem-me acompanhado toda a vida! Ao mesmo tempo, que o meu papel principal era precisamente transmitir esse saber, nunca foi uma dúvida. Os métodos convencionais não me agradavam e por isso ao fim de muitos anos de procura tornei-me numa Certified Coach Practitioner  (ECIT and CCF)  (2009/10).

A vida levou-me pelo mundo fora, enquanto procurava resposta às minhas perguntas estudando desde Filosofia Zen a Allan Kardek, interessando-me por Naturopatia e Acupunctura, a diversidade que encontrei nos lugares em que vivi, Moçambique, Portugal, Inglaterra e Brasil, mostrou-me que na realidade somos todos diferentes e mesmo assim iguais. O mundo inteiro borbulha com novas informações e abordagens. Aprender novas maneiras, mesmo que estas sejam baseadas em práticas antigas, é como aprender uma língua nova. Encontramos 
outros caminhos para nos expressarmos e experienciarmos. A nossa visão altera-se e amplia-se o seu alcance. A comunicação com as pessoas, a natureza, o todo precisa de brotar do ser com aceitação, respeito e liberdade. Começarmos connosco próprios é primordial, pois como podemos exprimir o que não somos capazes de aprofundar em nós mesmos! 

http://www.instituto-gratidao.net/



quarta-feira, 27 de março de 2013

Workshop Comunicar com Oxigénio. Sábado, 4 Maio, das 14:30 às 20:30, com Allan Sousa e Sophie Marie




































ENTREVISTA AOS FACILITADORES

1- O que é o Workshop "Comunicar com Oxigénio"?

Trata-se de um momento onde pode provar, sentir e experienciar uma forma de comunicar que gera mais paz e harmonia pessoal e interpessoal. 

O workshop tem como objetivo dar a conhecer duas ferramentas poderosas para a comunicação: o modelo de Comunicação Não Violenta de M. Rosenberg e o Mindfulness.

2- O que vamos aprender? De que forma?

- Treinar um processo de comunicação que facilita a aproximação do eu e dos outros;
- Aprender a estabelecer um diálogo autêntico sem magoar companheiro(a), filhos, colegas de trabalho e/ou amigos;
- Adquirir um vocabulário que me permite ouvir e ser ouvido;
- Perceber como escutar-se a si próprio;
- Expressar raiva sem ser violento;
- Entender a importância do “Parar & Respirar” no processo de comunicação;
- Aprender a resolver conflitos de forma mais pacífica e eficaz.

3- Pode falar-nos um pouco do Modelo de comunicação de Marshall Rosenberg? Na sua opinião, quais as suas mais-valias?

Desde nascença aprendemos a competir, julgar, exigir, diagnosticar, pensar e comunicar em termos de "bom" e "mau". Esta forma de comunicar inibe a comunicação, criando frustração e conflitos e leva-nos no pior dos casos à violência.
A comunicação não-violenta é uma teoria e filosofia de vida que parte do princípio de que os seres humanos são feitos para viver em harmonia uns com os outros.

Uma comunicação que nos apoia nesta harmonia é uma que expressamos os nossos sentimentos e necessidades/valores visto estes não estar em conflito pois partilharmos todos os mesmos. 

4- Que outros modelos e técnicas vamos aprender e praticar no workshop? 

Mindfulness ou a capacidade de observar o momento presente aceitando-o como ele é. 
Esta ferramenta vai nos ajudar a aprender a pausar antes de responder, dando a oportunidade de comunicar de forma não-violenta.

5- A quem se destina este workshop? 

A todos que tenham a necessidade de: 
* aprender a expressar-se de forma autêntica
* treinar a empatia para conectar de forma mais harmoniosa com os outros
* apoiar e reduzir violência para promover mais paz na sua envolvente


Facilitadores


 Allan Sousa
Português, nascido em África de Sul. Life Coach pela International Coach Academy (Austrália), licenciado em Engenharia Civil, professor de Yoga e praticante de Vipassana/Mindfulness. Atualmente orienta formações na área de mindfulness e comunicação autêntica. 
Sophie Marie
Belga, vive em Portugal há mais de 10 anos. Bacharel em psicologia e serviço social e licenciada em Ciências Sociais. Formada em Communication Non-Violente (Bélgica), Yoga para Crianças, e Mindfulness in schools (USA). Desenvolve programas de treino de mindfulness em escolas e orienta formações na área de mindfulness e comunicação autêntica. 

Mais informações e contactos:

967 562558
info@projeto-oxigenio.pt http://projeto-oxigenio.pt/
Facebook
https://www.facebook.com/events/120163798174438/




Nonviolent Communication Workshop - Marshall Rosenberg (2000)

Mindful Schools In-Class Instruction

 

Testemunhos Projecto Oxigénio

Entrevista a Lúcia Barros, facilitadora de Biodanza

Biografia Lúcia Barros aqui

1) O que é a biodanza? Com que disciplinas é que se cruza a biodanza? 

 
A Biodanza é um sistema de desenvolvimento humano que estimula os nossos potenciais existenciais através da música, do canto, do movimento integrativo e de situações regulares de encontro em grupo.

 
Funciona primordialmente a partir de vivências estimuladas no sentido integrador. Integrar o movimento e a expressão com o que se pensa, sente e age. 



Nas danças individuais, a pares e em grupo desenvolvem-se recursos de comunicação relacional nos três níveis existenciais de vínculo, consigo mesmo, com o outro e com o que nos rodeia.
E surgem possibilidades de uma reelaboração da nossa forma de viver.

É um sistema baseado num modelo interdisciplinar onde se ligam as ciências como por exemplo a biologia, antropologia, psicologia, com as artes, como a música, a dança e a poesia.


2) Como se pratica a biodanza? Quem pode praticar?


Como em qualquer outra prática, os resultados de quem pratica Biodanza, são imediatos em termos de gerar bem-estar durante e após a sessão, mas mais e mais visíveis, a muitos níveis, através da prática constante semanal. 


Todos podem praticar Biodanza, dado que as danças são orientadas através do sentir, da emoção que a música e situações de grupo despoletam.
Existem orientações motoras para cada dança e para cada tipo de grupo(crianças, adultos, séniores, grupos específicos de risco ou de condições fisícas especiais, de equipas de empresas, entre outros), mas cada pessoa dança de acordo com a sua capacidade. Um dos objectivos principais é desenvolver o movimento a par com a unidade entre pensar-sentir-agir e comunicação relacional, no caminho de cada vez maior harmonia interna e externa das nossas vidas. E todos os que assim o queiram, podem e conseguem.


3) É necessário saber dançar para praticar biodanza? Que tipo de preparação física se tem que ter?


O ideal é não trazer movimentos estereotipados pois um dos objectivos da Biodanza é cada pessoa conectar-se com o seu próprio e único movimento corporal, com as suas emoções e a sua forma de expressá-las, com os limites e as potencialidades de cada um. É importante sim, a condição interna de vontade de aprender e de se desenvolver a partir do seu interior.



4) De que forma é que o movimento potencia a saúde e a integração humanas?


Quando falamos de movimento em Biodanza, referimo-nos a ir mais além do que simples movimento, falamos aqui de movimento integrado entre o pensar-sentir e agir ou expressar no mundo. 

 
A Biodanza não é considerada uma terapia apenas porque o enfoque e os mecanismos de acção utilizados actuam nos aspectos saudáveis que cada um traz consigo e partindo daí, através do que chamamos eco-factores positivos entre os quais a música, a dança e o grupo, reforça-se mais e mais a saúde da pessoa.
O primeiro conhecimento do mundo, anterior à palavra, é o conhecimento pelo movimento.
Tudo o que é vivo, move-se. O processo de integração saudável surge em todo e qualquer movimento de conexão com o que é benéfico à vida.


5) Pode falar-nos um pouco do Modelo Teórico de Biodanza, criado por Rolando Toro Araneda?
O Modelo Teórico é a base científica do desenvolvimento do sistema da Biodanza. 




 Rolando Toro Araneda
Informações biográficas aqui

O seu criador Rolando Toro Araneda partiu de muitos estudos e práticas feitos em Antropologia, Psicologia e Medicina clínica e foi desenvolvendo as abordagens na saúde no sentido de 'humanizar a Medicina' desde a década de 1965. Já existiam técnicas como a psicoterapias de grupo na linha de Carl Rogers, Psicodrama, Arte-terapia, Gestalterapia, Musicoterapia. O enfoque de Rolando foi na actividade corporal estimulando as emoções através da música e do encontro humano, com o objectivo de induzir harmonia na saúde dos pacientes que tratava.


E assim constituiu a base de construção de um Modelo teórico operativo, que, muito sucintamente mesmo, se estrutura num eixo horizontal, com de exercícios de reforço de identidade com danças bastante activas num pólo e exercícios de regressão=reparação noutro pólo. Num eixo vertical, interagem os potenciais genéticos universais humanos que pautam os exercícios de Biodanza no que chamamos 'cinco linhas de vivência': Vitalidade, Sexualidade, Criatividade, Afectividade e Transcêndencia e por onde se percorre um caminho de menos integração à integração maior.


Ao longo do tempo este Modelo foi evoluindo, acompanhando a actualização dos avanços científicos nas àreas da saúde, sempre tendo por base o que chamamos de Princípio Biocêntrico que visa o que é pró-vida.


Mais informações sobre Conversas com Sopa aqui

6) De que forma se vai estruturar a Conversa com Sopa: "Biodanza, que é e como nos beneficia?". Vai ser projectado algum filme? Vai ser apresentado o modelo teórico Rolando Toro Araneda ou vamos dançar um pouco também? 

Vou receptiva ao que surgir, dentro do que possa ser esta conversa informal.
Falar da definição de Biodanza, de como se pratica e do que pode ser abrangido com a prática regular, fará naturalmente parte desta conversa, focando os aspectos benéficos desta actividade, como indica o título da conversa.
É possível passar vídeos que possam ilustrar alguma questão pontual.
Alguns aspectos do Modelo Teórico onde assenta a Biodanza, surgem ao focar aspectos anteriores, mas não é algo que possa ser apresentado numa conversa informal.
As danças na Biodanza são em sequências, posto que um exercício isolado não é representativo, mas se espontâneamente se propiciar o momento para alguma vivência, poderá acontecer.

7) De que forma se vai estruturar a aula aberta?
Esta Aula Aberta estrutura-se em forma de apresentação e contacto com o que é a Biodanza.
Nao lhe chamamos workshop porque um workshop para nós tem uma função, duração e custos diferentes.

Nesta Aula Aberta sucede uma primeira meia-hora, em que são feitas apresentações e uma pequena introdução teórica sobre Biodanza e sobre a sessão que vai acontecer, abrindo espaço também a quem desejar falar e no seguinte tempo entre hora e meia a duas horas é o tempo da vivência em si, ou seja, tempo para dançar, onde é importante recorrer a comunicação não-verbal.
Uma sessão de Biodanza actua entre emoção, música, vivência-movimento e grupo, com pautas de aspectos biológicos, fisiológicos e psicológicos, pulsando por isso entre uma parte da aula bastante activa, uma segunda mais reparadora e uma parte final de activação para que a pessoa saia de facto, não cansada mas renovada, com energia e bem-estar e em contacto com possibilidades diversas da Dança da Vida.

Mais informações sobre a aula aberta aqui

O Centro Tinkuy agradece à facilitadora de Biodanza, Lúcia Barros, esta entrevista.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Viagem Sonora com Nina Soulimant, 3a feira, 9 Abril 19h, e ao finalizar Jantar "Cozinhas do Mundo"

Viagem Sonora

Um  momento meditativo em que nosso Ser essencial deixa-se conduzir pela voz e instrumentos de Nina Soulimant.
Iremos juntos numa viagem ao longo dos caminhos da alma, voando entre as músicas da América do Sul, da África, os mantras da Índia e do Tibete, e com canções que circulam desde tempos imemoriais.

Os viajantes são convidados a sentir, sentados ou deitados no chão.  
E porque não deixar o nosso corpo dançar? A viagem também nos poderá levar a cantar em uníssono, se for o momento certo.

Num estado de espírito meditativo e introspectivo, viajaremos juntos ao som da voz balsâmica da Nina, da guitarra, do berimbau de boca, do bandolim e do tambor, por um tempo, fora do tempo.


Músicas universais para a alma.

A música ajuda-nos a contactar com a nossa essência e a viajar além do planeta, dentro de nós. O importante é ouvir com todo o nosso ser. O improviso, num ambiente intimista que nos convida a criar, participando da viagem sonora.
 

 Sobre a Nina:
A Nina canta e é autodidacta numa variedade de instrumentos (guitarra, percussões, guimbarda, bandolim, didgeridoo ...). Ela está envolvida em projectos musicais desde a adolescência, e agora, especialmente nos Açores (Portugal), onde mora. Gravou seu primeiro CD, "Ofrenda", em Abril de 2012. Começo depois a dar em solo, concertos e viagens sonoras em vários países (Portugal, México, França, Bélgica).
Uma das influências mais importantes da sua vida vem de sua ligação com o mundo espiritual e as práticas de cura, através dos sons sanadores e viagens sonoras, da dança livre e espontânea.



Músicas Online: https://soundcloud.com/araucanina
Jorge & Nina – White as diamonds: http://www.youtube.com/watch?v=M0pH5FT1N2U

Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/460265674044159/






Ingresso por Donativo 


Nina, nasceu há 28 anos na costa oeste de França e actualmente mora na Ilha das Flores nos Açores onde está a criar um espaço alternativo "O Valzinho" onde o amor pelo arte, a saúde e a terra se encontram.
Doutorou-se em Geografia Humana e Ambiente, na Universidade Rochelle (França). Paralelamente participou de numerosas associações artísticas e humanitárias. Viajou muito.
A música e a dança estão na sua alma, toca vários instrumentos e a sua experiência de dança é guiada por seis anos de dança de África Oeste, dois anos de tango argentino e quatro anos de Danças europeias.  Desde 2010, Nina anima workshops inspirados na dança "Five Rythms" na Ilha das Flores, tendo dado também três Workshops no México, em 2012.
Uma importante influência na sua vida vem da da sua conexão profunda com  mundo espiritual e as práticas de cura,dança do Ser, meditação, animais totem, Yoga, cantos sagrados e sons sanadores.

Quem quiser fica para uma Jantar Buffet Bio-Vegetariano "Cozinhas do Mundo" (valor: 15 estrelas)

Ementa do Jantar:
~Duas Entradas: Tempura de vegetais(Japão), Azeitonas em molho de alho e ervas, Pão de centeio
~Duas sopas: Missô  (Japão), Minestrone de (Itália)
~Dois pratos frios - entradas: Causa Limeña de palta (Perú), Paté Humus (Oriente Medio)
~Dois pratos quentes: Lasanha de tofu (Italia),  Dahl de lentilhas picante (India) com arroz de coentros (Perú)
~Duas Saladas: Russa com maionese  e Grega
~Duas Sobremesas: Tarte de Coco e Lima, cru (India) e Bolo de Chocolate
~Dois chás:  Verde com reishi e menta (frio) Chá com especiarias indianas (quente)
~Água
~Café com reishi (bio)


Bom apetite!


Reservas e mais informações, aos nossos contactos:
219292506
967941468
ou centrotinkuy@gmail.com

Vos esperamos!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

EDUCAÇÃO, QUE FUTURO? Conversas com Sopa. Convidado: Luis Jeri

 Sexta-feira, 8 Março, a partir das 19h00

Inserido no programa CONVERSAS COM SOPA, vamos reflectir sobre o tema da educação, debatendo  sobre os fundamentos que sustentam a escola na sociedade actual. Tendo como ponto de partida a projecção do filme "A Educação Proibida" - filme que resulta de uma investigação que abrange 8 países e mais de 90 educadores com perspectivas alternativas, tentaremos identificar também as saídas.

Como bem dizem os productores deste filme:



Este documentário produzido no ano de 2012, questiona a escolarização moderna e propõem um novo modelo educativo.
O atual sistema "PRUSSIANO" originado do padrão militar de educação da Prússia, no século 18, tem como objetivo gerar uma massa de pessoas obedientes e competitivas, com disposição para guerrear.
As escolas são colocadas no mesmo patamar das fábricas e dos presídios, com seus portões, grades e muros; com horários estipulados de entrada e de saída, fardamento obrigatório, intervalos e sirenes indicando o início e o fim das aulas.
Ou seja, o sistema educacional vigente acaba refletindo verdadeiras estruturas políticas ditatoriais que produzem cidadãos "adestrados" para servir ao sistema; nesses termos, qualquer metodologia educacional que busque algo diferente será "proibida".
Infelizmente, esse foi o modelo que se espalhou pela Europa e depois pelas Américas. Sua principal falha está em um projeto que não leva em consideração a natureza da aprendizagem, a liberdade de escolha ou a importância do amor e relações humanas no desenvolvimento individual e coletivo.
E aqui estamos agora, com este problema enorme nas mãos...
Assim, fracassados somos todos os que compactuamos direta ou indiretamente com esta verdadeira máquina de subjugar crianças e adolescentes inocentes.
Este documentário é o resultado de mais de 90 entrevistas realizadas em 8 países através de 45 experiências educativas não convencionais e um total de 704 co-produtores.
Um projeto completamente independente de uma magnitude sem precedentes, o que explica a necessidade latente para o crescimento e o surgimento de novas formas de educação.

Mais informações sobre o filme aqui


Podem ver e divulgar, livremente o filme aqui

Luis Jeri, é peruano e psicólogo social.  Tem trabalhado principalmente em Comunidades de várias zonas no Perú e também em projectos educativos com forte componente ambiental. Nos últimos anos tem participado no projecto "Terra das Crianças" criado pela "ONG Ania"* que teve origem no Perú e que actualmente está sendo aplicado em 13 países com adaptações metodológicas a cada realidade cultural.No âmbito do SVE - Serviço de voluntariado Europeu, Luis forma parte da ONG "Centro de Convergência" * que baseia sua acção na Aldeia das Amoreiras (Projecto Aldeias Sustentáveis) e desenvolve projectos em escolas com crianças e jovens da zona.
*Para quem quiser saber mais acerca destes Projectos pode ver.


Este evento decorre no marco das "Conversas com Sopa",
pode ver o Programa detalhado e  mais informações Aqui

http://centrotinkuy.blogspot.pt/2013/02/conversas-com-sopa-sextas-feiras-19h.html


Vos esperamos!


INTRODUÇÃO AO WAY OF COUNCIL

Informação de mudanças importantes:


A fim de melhor servir as pessoas que querem participar no Way of Council, este fim de semana, está aqui a seguinte possibilidade :

 Custo é reduzido a € 100 (2 dias) ou 65 (1 dia). Sábado e/ou Domingo.

Sábado, das 09:30 às 21:00
Domingo das 09h30 às 17h00
Para aqueles que não podem fazer dois dias, podem vir em apenas Sábado, com a opção de vir no Domingo também.

Para aqueles que não podem pagar o preço pedido, por favor enviem-me um email directamente para ver como podemos acomodar mutuamente nossas necessidades e encontrar a melhor solução. rob@heart-source.com

Se gostar de comida nutritiva e bem fornecida, entre em contacto com o Centro Tinkuy para obter mais informações.

t.219292506  ou  967941468

É importante que se sinta fortalecido para estar nos Council deste fim de semana, entre em contacto e confirme.  

Entre em contacto comigo se os fundos são um problema. O dinheiro não deve ser um objecto para este trabalho e se você pode pagar os preços pedidos faça-o por favor, porque suporta aqueles que não podem e os fundos da produção do trabalho para que este aconteça.
 
Rob Dreaming (facilitador)
 
6a feira, Sábado e Domingo, 22, 23 e 24 Março (6a, Sáb e Dom) no Centro Tinkuy

Com Rob Dreaming & Han Delissen 

Curso de Introdução à prática WAY OF COUNCIL e aos métodos de comunicação não hierarquizada e cooperativa, de construção de comunidade, de desenvolvimento da compreensão e inclusão intercultural em processos de grupo. Trata-se de um método de apoio a processos de grupo, resolução de crises e de conflitos com base na comunicação e na recepção da expressão sentida e sem julgamento.


O método WAY OF COUNCIL pode ser utilizado em todas as áreas da vida e por todos, desde o processo de tomada de decisões ao trabalho de paz e reconciliação e aplicado individualmente ou a empresas e grupos de trabalho. Nas escolas, em clínicas, empresas equipas, famílias, relacionamentos e em comunidades. Podemos utilizar o WAY OF COUNCIL em processos de tomada de decisão ou reflexão, honrar conquistas, gestão de conflitos.




Way of Council por Rob Dreaming & Han Delissen


Este evento também está sendo divulgado pelo Facebook:



Quem são os facilitadores?


 







Han Delissen

Han Delissen vive na Holanda e foi formado como trainer de Council  na Fundação Ojai por Gigi Coyle e Marlow Hotschkiss.
Tem formação em emotional bodywork, yoga, breathwork e meditação.
Trabalha com grupos, juntamente com a sua esposa Nicole.
A 1ª vez que experimentei Way of Council, fiquei espantado com a sua simplicidade e ao mesmo tempo com a profundidade que resulta do trabalho desenvolvido em círculo e com a importância de comunicarmos a partir do coração. Tornou-se uma forma de ser e de viver a vida.
O meu coração bate mais rápido assim que o melhor das pessoas toma expressão, quando elas se apercebem do seu potencial total, seguindo os seus impulsos e começando a viver a partir da sua verdade. Escutando, lendo o território, observando e a partir daí oferecendo apoio. Estar ao serviço, disponível, incondicional e altruísta.









Rob Dreaming

Membro nuclear do European Council Network (ENC) e actual co-responsável pela organização e pela sua divulgação europeia, trabalha há mais de 10 anos a facilitar grupos, como coaching individual e desenvolvendo e gerindo formações nas áreas da consciência e da comunicação.
10 anos de experiência e membro nuclear do Pelion Centre for Holistic Education (PECHE) na Grécia, incluindo coordenador do centro.
Adquiriu um vasto leque de experiências e práticas em modalidades curativas, incluindo massagem, reflexologia, terapia sacro-craneana, xamanismo e dreamwork e participou de práticas desenvolvidas no ZEGG Forum (comunicação integral), NVC (comunicação não-violenta), Consensos sociocracy (gestão participativa e liderança) e círculos restaurativos (práticas ancestrais).
Desenvolve trabalho noutras disciplinas como o teatro, e produção e gestão de eventos, 12 anos de prática de dança 5 ritmos, mais de 20 anos de yoga e meditação, incluindo dinâmica e em pé. É autor com publicações, artista e poeta de performance.

O curso será facilitado em inglês mas pode ser solicitada tradução.
Possibilidade de alojamento.
 
Contactos informação e inscrições:
Diana Chaves - 969402540
nurater@gmail.com 

Investimento 180*
160* para inscrições até dia 8 de Março
155* para 3 amigos inscrições até 8 Março e 160* depois.

 Saibam mais acerca do Way of Council   Aqui e no Facebook
Venham dai!
Sejam bem-vind@s a esta aventura que é o Way of Council




Entrevista a Rob Dreaming (facilitador Way of Council)

Porquê e como surgiu a ideia de trazer o curso de Way of Council para Portugal?


Rob Dreaming - Eu sou muitas vezes chamado a viajar no momento, trocando experiência e aprendizagem, aprendendo outras culturas e divulgando o Way of Council que eu aprendi.  
Eu trabalho muito na Grécia, onde o Way of Council é muito necessário e que onde está a ser bem recebido e a rede está agora a começar, a partir do trabalho que eu e outros foram semeando. A crise está a transformar as pessoas e a levá-las a procurarem maneiras novas de se relacionarem, gerirem, governarem e compartilharem recursos, e eu sei que Portugal também entra num momento de crise.
E então eu encontrei alguém de Portugal que me pediu treino em Way of Council e eu respondi que podia ir ao seu encontro e vou porque o benefício será então mais acessível a outros da sua própria comunidade.

Como acha que este encontro três dias vai acrescentar e transformar a nossa forma de comunicação? O que faz o Way of Council tão especial?


Rob Dreaming - Simplicidade, espaço, autenticidade, clareza e história.


A quem é que se destina este curso? E como isso pode na prática mudar nossas vidas?

O Way of Council é para todos os que desejam comunicar bem. As pessoas que trabalham em equipes, parcerias, organizações, educação e que estão em qualquer tipo de relação com os outros. Ele funciona também para si mesmo como uma prática. Em suma, é uma boa maneira de conhecer todos os seres.


Nós não estamos lá para consertar, mas o Way of Council procura incutir nos participantes um sentido de igualdade e de justiça que precisa de pouco remédio, desenvolve a confiança, e com poderes de apreciação.
 
Prática vem de acção alinhada e entrada colectiva. A nossa inteligência colectiva é maior que a soma das nossas partes individuais, e assim é o potencial para resolver problemas, aconselhar o outro, superar os obstáculos e co-criar, sem a sabotagem de comportamentos, segundas intenções, medo ou emoções que podem bloquear o esforço conjunto. 



Praticamente, toda a sabedoria necessária sobre um assunto está presente dentro dos reunidos, ou levará a isso, reduzindo a necessidade de um remédio externo, fonte de conhecimento ou técnica.


 
O que é que as pessoas podem esperar deste curso e o que você acha que pode acontecer com este grupo, em 22, 23 e 34 de Março em Tinkuy Center?Rob Dreaming - Espere experiências de recuperação de conexão, e construção de comunidade. Espere verdade, memória e autenticidade. Espere o lugar onde você é bem-vindo para ser com os outros, estar com o conhecido e o desconhecido. Espere ser desafiado e satisfeito. Mas, acima de tudo, não espere nada.

Nós como facilitadores também estamos à procura de maneiras para que os participantes se apoiem uns aos outros além do curso, e desejamos fortalecer aqueles que comecem a usar o Way of Council nas suas vidas da maneira que acharem que ele melhor serve. É uma cultura de cooperação que buscamos para co-criar, e sentirmos-nos parte de algo maior do que o nosso próprio esforço. Isto é chama-se "relembrando".

O Centro Tinkuy agradece desde já a entrevista a Rob Dreaming.
Até breve! 


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